Kit Conservador. Por que Não? (Português) Capa Comum – 17 nov 2018

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PREÇO COM SUJEITO A ALTERAÇÃO SEM AVISO PRÉVIO. A corrupção da inteligência - O Brasil que o PT criou é perigoso, feio, miserável e insustentável. Mas o que tornou tudo isso possível? O que possibilitou a chegada de figuras como Lula e Dilma Rousseff ao poder? O que entorpeceu a alma da sociedade brasileira tão profundamente para que ela se permitisse representar por personalidades tão toscas e malformadas? Quais são as raízes mais profundas da crise que aflige a nação? E qual foi o papel dos intelectuais brasileiros nisso tudo? Estas são algumas das perguntas que o antropólogo e analista político Flávio Gordon busca responder, com invejável coragem e brilhantismo, nesta investigação vigorosa que o leitor tem em mãos. Confissões de um ex-libertário: Salvando o liberalismo dos liberais modernos – Rodrigo Constantino surgiu no debate público brasileiro como um pensador libertário. O próprio autor reconhece haver flertado – radicalizando – com o anarcocapitalismo. O tempo e o estudo, no entanto, afastariam Constantino do que, a rigor, consistia em estrutura ideológica revolucionária, e sua formação em economia lhe traria a base intelectual pela qual se tornaria nacionalmente conhecido: o liberalismo. Trata-se de um liberal – dirá quem ler o conjunto de sua obra. No entanto, sobretudo a partir do clássico best-seller Esquerda caviar, e talvez sob o impacto dos valores impostos pela paternidade, Rodrigo Constantino incorpora o pensamento conservador – o princípio da prudência, especialmente – aos seus instrumentos de leitura política. O resultado do amadurecimento público deste intelectual corajoso pode ser medido na vigorosa reflexão – inclusive de natureza moral – em que este livro consiste. Direitos máximos, deveres mínimos – Bruno Garschagen mostra que o Brasil se tornou um país onde as pessoas acham que só têm direitos – e que têm direito a mais direitos –, mas não deveres e obrigações. O livro expõe as consequências dessa ideia – presente na política, nas universidades, na imprensa – e a confusão que existe entre direitos e privilégios. Há exemplos marcantes de privilégios e regalias de políticos e agentes públicos dos três Poderes, mas também de pessoas que não trabalham para o Estado, e suas consequências são extremamente nocivas para a sociedade, incluindo a corrosão do sentido de responsabilidade individual, o comportamento irresponsável, a formação de uma mentalidade servil, a delegação das obrigações individuais para terceiros, o paternalismo estatal e a ideia de que o outro “me deve” alguma coisa.


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